anúncio reinício das atividades da Frente Parlamentar Mista Segurança Contra Incêndio (FPMSCI) aconteceu Salão Nobre Câmara dos Deputados, Brasília. Com retorno aos trabalhos, uma das prioridades Frente, presidida pelo deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP), será aprimoramento proteção contra incêndios Brasil, abrangendo patrimônios históricos, culturais, públicos privados.
parlamentar, além atuar como vice-líder partido, possui extensa experiência corpo bombeiros, tendo carreira como oficial Corpo Bombeiros, que lhe confere uma perspectiva única sobre desafios setor.
"Não podemos permitir que tragédias como Museu Nacional, Cinemateca, boate Kiss continuem repetindo. Precisamos leis robustas que protejam patrimônios históricos instituições privadas."
Marcelo Lima complementa: "A presidência Guilherme Derrite deve representar um reforço dos resultados Frente. Estamos bastante otimistas convictos que ele ajudará muito nessa vocação buscar mecanismos mais eficientes prevenção e combate incêndios, incluindo aperfeiçoamentos políticas públicas normas complementares Lei Kiss."
Objetivos Ações
A Frente vislumbra frentes ação convergentes pretende batalhar por:
- Certificação equipamentos instalações segurança.
- Melhorias na legislação contra incêndio.
- Capacitação qualificação específica para profissionais área.
- Aperfeiçoamento padronização da coleta inteligência dados sobre incêndios Brasil.
Cenário Empresarial: Pesquisa Ipsos / ISB
Dados pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos, pedido Instituto Sprinkler Brasil, revelam que embora empresas declarem alta relevância aos riscos de incêndio, poucas contam com sistemas avançados proteção.
Multinacionais vs. Nacionais
levantamento mostrou disparidades significativas. Enquanto 48% das empresas multinacionais possuem chuveiros automáticos, apenas 34% das nacionais contam com essa proteção. gestão risco também varia: 35% das multinacionais investem acima exigido pela lei, contra apenas 19% das empresas brasileiras.
Gestão Planejamento
Apenas 54% das empresas afirmam categoricamente contar com plano estruturado retomada de negócios caso incêndio. Além disso,maioria (71%)gasta exclusivamente o previsto lei para combate incêndio.
"A maioria das empresas não vivenciou grande incêndio isso torna percepção de risco pouco distante seu processo decisório", avalia Lima.